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“Augustas: chegando, finalmente!

Meus amigos, o longa-metragem “Augustas” está em fase de finalização e deve ter sua primeira cópia entre final de dezembro e início de janeiro.

O processo de montagem deu um foco mais definido à narrativa, e estamos todos os envolvidos (montador, diretor, etc) muito satisfeitos.

E já começam as negociações para sua exibição. Primeiro, festivais e eventos; depois, salas comerciais.

Aguardem.

(na foto, cena do filme com Mário Bortolotto, Carolina Abras e Henrique Schafer)

“Augustas” em montagem

Acabo de receber telefonema da montadora do filme Idê Lacreta informando que terminou (finalmente!) a etapa de digitalização de imagens e que iremos começar a montagem propriamente dita nesta quarta-feira, 23 de junho.

Aguardem notícias.

 

Augustas – em montagem

Depois de alguma demora, finalmente estamos começando a montagem do filme.

Muita gente me pergunta quando fica pronto, quando será lançado.

Oficialmente, é o seguinte: primeira cópia deve sair do forno em novembro próximo. Distribuição comercial em salas só no primeiro semestre de 2009.

Logo mais vamos começar a disponibilizar trechos pela internet.

Aguardem.

 

 

Um dia, três locações

Na sexta, 10, fizemos a foto da Jane em Nova Jijoca, que neste dia estava na base da produtora, na rua João Ramalho, em Perdizes. Duas horas de montagem, o mesmo angulo do fotógrafo, e saímos correndo para a Augusta. No caminho, um casamento fez com a gente demorasse cerca de 40 minutos num percurso que geralmente levaria 15. Só porque a ordem a dia era apertada.

Chegamos a Augusta para filmar num salão de beleza, com vista para a rua. Dentro do salão, o calor de sempre – dessa vez graças a iluminação que tinha que ser muito forte. Neste filme surgem sempre dúvidas inimagináveis: cehgando ao salão, a grande produpação da dona era o tipo de maca que iríamos usar. Esse é o salão que vocês vêem na reportagem da TV Uol. Na rua, a preocupação era com o movimento.

Depois fizemos o quarto da Jane na Marquês de Paranaguá (já comentado aqui). Invadimos a casa de três garotas no meio da madrugada. Duas delas foram a festa, o que quer dizer que não ficaram muito bravas. 

“Tem dia que a noite é foda”

Perdoem a palavra, mas é a única que descreve alguns momentos. A frase acima, da assistente de direção Gabriela Ribeiro, explica bem como tem sido os últimos dias das filmagens. Como vocês já devem saber, Augustas é um filme de baixo orçamento, logo, são só quatro semans de filmagem e, tomara, nem um dia a mais.

Digo “tomara” porque alguns problemas começaram a aparecer. Além dos atrasos, que andam mais frequentes, tivemos dois problemas grandes.

A casa do Alex, cena em que se monta o círculo, que está descrita em algum post abaixo, ninguém sabe porque, não ficou gravada na película. Teremos que fazer outra vez.

***

Para compensar, na sexta, filmamos o quarto da jane, que não fica na casa do Alex. Espero que no filme ninguém perceba. Um quartinho pequenininho, rosa, a cara dela. Georgina Castro, que já provou seus dotes como atriz, agora mostra seu talento como cantora. Em Nova Jijoca, a atriz dublou uma música muito especial, que faz uma ligação entre três personagens. Se empolgou tanto que fez uma nova interpretação. Pena que ninguém gravou isso.

***

Sábado, uma noite realmente foda. Combinamos de filmar na frente de uma casa na Augusta. Tudo bem na primeira cena. Na segunda, problemas. A mulher que comanda a casa do lado (casa porque algumas meninas moram lá), reclamou que o nosso movimento era demais na fachada e dentro ficou de menos. Uma pena, porque o plano de filmagem era para que essas duas cenas – a primeira e a última do filme, e talvez as mais bonitas – acontecessem no mesmo dia. Entre conversas e negociações, perdemos quase uma diária. Mas como a Augusta tem sempre diversão para todos os gostos, parte da equipe acabou a noite tomando cerveja e se divertindo numa JukeBox.

 

Casa do Alex, agora com Jane e Kátia

Já disse aqui que a casa do Alex no filme é a casa do Alex Antunes na realidade. Filmamos lá na quinta (acho), as cenas do círculo com a Kátia e a chegada de Jane. Terceira semana e começam os pepinos – não deu tempo de fazer todas as cenas. Como as filmagens não seguem as ordem das cenas no filme, gravamos o círculo super arrumadinho, e na primeira semana o gravamos todo destruído. Para ser mais ritualístico, fiz o Mário colocar duas velas com a mesma mão.

***

Velas e manta de som são uma combinação perfeita para transformar qualquer lugar em forno rapidamente. Esse foi o primeiro dia em que filmamos a noite toda. 18h às 6h é um bom horário.

A cena do teatro

Na quinta, fizemos uma coisa muito atípica no filme – uma peça de teatro. A cena prevista no roteiro era realmente “teatralizada”, e mantivemos isso.

Nesta cena, Alex vai ver uma peça de teatro da Azúcar, onde ela canta e dança.

A gente encenou uma peça, com todos os elementos que ela tinha, e as cenas seguintes, que era o nosso elenco conversando, foram filmadas de forma na naturalista. A conversa foi fragmentada, e os atores falavam para câmera com o fundo preto. Aparentemente ficou muito interessante e até ousado. Vamos ver…


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