Hoje gravamos com algumas pessoas ilustres no set. As primeiras cenas forma feitas no Sarajevo, que se transformou numa galeria de arte, como nenhuma outra. Estavam expostas imagens da fotógrafa Cris Bierrenbach.
É incrível chegar ao Sarajevo às 7h00 da manhã. Estamos acostumados ao lugar a noite, com luzes, música e gente. Durante o dia, para as filmagens, nem parecia o mesmo lugar. Conseguimos construir uma galeria muito especial com elementos da rua Augusta.
A segunda parte aconteceu numa livraria bem ao lado, que se se transformou em café. É uma locação importantíssima na trama, onde Alex descobre um livro que fala sobre Lilith. Quem dá a luz para Alex é Clarah Averbuck, derrubando o livro na cabeça dele.
Marçal Aquino, escritor muito querido (que emprestou algumas de suas obras para Beto Brant transformar em filme), também esteve na livraria, fazendo papel de escritor. Essa é minha homenagem a eles no filme.
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No final das gravações, fizemos um bate-papo acompanhados por duas jornalistas da coluna da Mônica Bergamo. Estavam na mesa: Alex, Clarah, Maíra Chasseraux (a Azucar), Mário e eu. O tema, claro, foi a rua Augusta. Alex, o morador, teve muitas histórias para contar. É bom ver que apesar da ofensiva da prefeitura para “limpar” aquela parte, ela continua freak, cheia de tipos. Por isso filmamos lá.





Estou amando o blog. Assim consigo acompanhar um pouco mais de perto o filme.
beijos